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Giro Policial - 17/02/2017    Comentar   Facebook
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Polícia Federal investiga quem são os compradores da grande quantidade de droga apreendida em Pará de Minas

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A Polícia Federal investiga a possibilidade de os 430 quilos de pasta base de cocaína apreendidos em uma aeronave em Pará de Minas, avaliadas em  aproximadamente 7 milhões de reais, ser de uma quadrilha com atuação internacional. De acordo com o  delegado da Polícia Federal Elster Lamoia de Moraes.

“O avião está sendo periciado, há suspeita de que ele tenha sido adulterado, possa ter sido clonado. Prefixo e características de outra aeronave que exista, mas que não seja essa aeronave. Dependemos da perícia pra chegar a origem da aeronave, se é regular se foi orinunda de furto ou roubo.

A aeronave, de prefixo PR-GHM, aparece na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) como sendo modelo Cessna 210 M. No cadastro ele está com o certificado de aeronavegabilidade suspenso porque a Declaração de Inspeção Anual de Manutenção está vencida. 

Apesar de ainda não haver informações suficientes para chegar a uma conclusão, o delegado da Polícia Federal em Belo Horizonte, Elster Lanoia de Moraes, explica que a forma de tentar escoar a droga é muito parecida com a quadrilha desarticulada em meados do ano passado. Na época, foi deflagrada a Operação Saturno, após a apreensão de 430 quilos de cocaína em uma aeronave na divisa entre o Paraguai e o Mato Grosso. 

Os entorpecentes seriam vendidos em Belo Horizonte. Na ocasião, nove pessoas foram presas em Minas Gerais, Paraná e Goiás. Por enquanto, o que se sabe é que a droga apreendida na noite dessa quarta-feira (15) veio da Bolívia. Mas não foram apontados outros envolvidos no tráfico nem mesmo o local onde seriam vendidas as drogas.

O delegado da Polícia Federal em Belo Horizonte, Elster Lanoia de Moraes nos conta como recebeu a notícia da apreensão da droga e os detalhes da investigação.
O piloto disse ter recebido R$ 20 mil para transportar o entorpecente. O mato-grossense, de 62 anos, afirma não ter mais informações sobre a quadrilha. Ele não tem passagens pela polícia e aguardava uma ordem para retornar a Bolívia. Provavelmente a droga seria retirada do aeroporto  durante a madrugada. Se condenado, ele poderá ser condenado a 25 anos de prisão.

Fonte: G1 Centro-Oeste e Rádio Itatiaia